Cidade

Educação


A Secretaria Municipal de Educação e Cultura levou a Curitiba dois grupos de dança pinhãoense no dia 9 de maio para participar da Mostra Paranaense de Dança. O evento foi realizado de 6 a 10 de maio no Teatro Guairinha.

As crianças do ‘Pontinha dos Pés' e do ‘Passo Livre' levaram um pouco da arte pinhãoense até a capital.

Além dos integrantes dos grupos e dos professores, alguns pais foram acompanhar os filhos. O ônibus seguiu viagem lotado.

Os dançarinos seguiram para a seletiva como experiência e conhecimento de uma outra realidade e não para competir, porque lá ficaram lado a lado com profissionais dos principais centros do Paraná. Eram os únicos grupos exclusivos de crianças vindos de projeto escolar, os demais eram de companhias, academias e escolas particulares renomadas de várias cidades, principalmente de Curitiba. "Além de uma boa dose de cultura, trouxeram na bagagem uma boa experiência de vida. Para nós foi o máximo, uma realização poder levá-los. Ficamos orgulhosos", afirmam os professores de dança e coreógrafos, Celina Campos, Joelma da Silva e Nilson Ferreira de Almeida.



 



Nilson

As crianças pinhãoenses foram aplaudidas ao entrar e ao sair do palco, o teatro estava lotado. O ‘Pontinha dos Pés' foi o nono a se apresentar e o ‘Passo Livre' o vigésimo terceiro. "Ao fazer o reconhecimento de palco e se depararem com um espaço profissional, ideal para a dança, aquela iluminação fantástica, com tudo impressionante e fora da nossa realidade, ficaram muito nervosos, mas na hora da apresentação, fizeram tudo certo", recorda e comemora o professor.

O caçula brilhou. Aricleu Davi Levinski, de 7 anos, fez a sua segunda viagem com o grupo ‘Passo Livre'. E como a apresentação demorou, até tirou um ‘cochilinho' antes de pisar no palco. "Gostei de tudo. Quero ir de novo", conta o pequeno dançarino, que contou com a presença da mãe na apresentação. Ele é aluno da Escola Eroni.

Ana Fabiele Fack, também aluna da Escola Eroni, conta que foram aplaudidos quando entraram e saíram do palco e acompanhados com palmas enquanto dançavam. "Tinha medo de errar, mas nos passaram confiança", confessa a menina de 8 anos, que é a mais nova integrante do grupo. "Ela pega tudo muito rápido. Uma expressão corporal impressionante", destaca o coreógrafo.

Ana e Aricleu formam a equipe de 13 crianças. Seis meninos e sete meninas de 7 a 12 anos, que são alunos do segundo ao sexto ano, como também Pedro, Maria, Nairon, Pedro Gabriel, Stefany, Jenifer, Erica, Ana, Letícia, João Daniel, Maria Eloisee Matheus.

BAILARINOS

Bailarina há três anos, Iris da Rocha estuda no 5º ano da Escola Eroni. Com o grupo ‘Pontinha nos Pés', a menina de 10 anos já seguiu viagem para Guarapuava, Foz do Jordão e, agora, para Curitiba. "Gostei de tudo. Tinha um monte de bailarinos. O meu coração bateu forte quando subi no palco", conta.

Lauane Caldas Machado, que hoje estuda no 8º ano do Colégio Santo Antonio, mas ingressou no balé quando ainda estudava na Escola Eroni, diz que ficou um pouco nervosa, mas que foi uma viagem inesquecível. "Tudo muito lindo. Foi maravilhoso", relata a menina de 12 anos.

KaikeO balé faz parte da vida da Lauane, da Iris, e também da Laisa, Amanda, Emily, Maria Rita, Debora, Eloisa, Rayra, Sthefany, Lara, Mariane, Abila, Jaqueline e do Kayke. Eles são os 15 integrantes do ‘Pontinha dos Pés', de 7 a 12 anos, e vieram do projeto municipal ‘Balé na Escola', que hoje atinge todas as escolas da sede e conta com aproximadamente 210 crianças do 1º ao 5º ano.

Com a ideia de aprofundar, ampliar a questão cultural da criança, nasceu o ‘Pontinha dos Pés' em 2014. O grupo de balé municipal é formado pela seleção das crianças que se destacam em habilidade e flexibilidade no projeto Balé na Escola, explica Celina. "Os convites para apresentações foram surgindo. Já fomos para Guarapuava, Foz do Jordão, e aqui no município sempre apresentamos na abertura de eventos e festas nas escolas. Este ano já estamos com a agenda cheia", afirma a professora Celina Campos. Kayke Iansen (foto) é um dos sete meninos do ‘Balé na Escola' e o único do ‘Pontinha dos Pés'. O garoto de 9 anos estuda na Escola Municipal Água Verde. "Destacar a coragem dele por fazer o que gosta e lutar pelo sonho de ser bailarino, além de quebrar preconceitos de todas as formas, chama outros meninos para a dança devido o seu destaque, porque todo mundo o conhece e todo mundo o aplaude, e outros também querem", frisa a professora.



 


Geral

Na última segunda-feira, dia 18 de maio, foi o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.O dia foi instituído pela Lei Federal nº 9.970/2000 em memória de Araceli Cabrera Crespo. A menina teve todos os seus direitos violados, foi sequestrada, sofreu violência sexual e assassinada em 18 de maio de 1973, quando tinha 8 anos, em Vitória, no Espírito Santo. Tal crime de natureza hedionda até hoje está impune.

Anualmente são realizadas manifestações públicas em todo o território nacional. Pinhão também adere à campanha e pede que a população denuncie. Com o tema: "Faça Bonito. Proteja nossas crianças!", quer conscientizar, convocar e mobilizar toda a sociedade a participar dessa luta, mostrando a importância de prevenir, responsabilizar e denunciar esses crimes.

A equipe do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Pinhão realizou a entrega de panfletos e adesivos em frente ao Banco do Brasil. Dentro da programação, e em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social, organizou uma palestra sobre o tema do combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes, que será ministrada pela tenente da Polícia Militar, Luci Belão, no dia 22 de maio, às 18h30, na Câmara de Vereadores.

O objetivo principal da Rede de Proteção e de todos aqueles que nela atuam é a plena efetivação do todos os direitos fundamentais assegurados a todas as crianças e adolescentes. Nesse sentido, a sociedade pode fazer a sua parte se mobilizando, seja no comércio, ruas e praças, para que o criminoso saiba que está sendo vigiado. Uma maneira de quebrar o silêncio e chamar a atenção.

Outra maneira é levar esse conhecimento às escolas, já que muitas denúncias pelo Disque 100 chegam através delas. Com o passar dos anos, os professores vem sendo preparados para que tenham a sensibilidade de identificar um aluno que possa estar sendo abusado.

Para denunciar é só procurar o Conselho Tutelar, a Delegacia, a Polícia Militar, ou ligando no Disk Denuncia, é só discar o 100. É uma denúncia anônima.

NÚMEROS

A coordenadora do Creas Pinhão, Sonia Almeida, aponta que levando em conta o número de habitantes, o número de abuso sexual à criança e adolescente é grande em Pinhão. "Infelizmente os números nunca baixam. São vários os tipos de violência. Segundo os números do Conselho Tutelar, o ano de 2014 fechou com 49 violências sexuais contra crianças e adolescentes no município". Geralmente o abusador é afastado do convívio da vítima e devidamente responsabilizado.

CREAS

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Pinhão é uma unidade estatal responsável pela oferta de orientação e apoio especializado continuado para indivíduos e famílias com seus direitos violados, envolve um conjunto de profissionais. Na equipe, uma psicóloga, uma assistente social e um advogado. Além dos professores, duas estagiárias, administração, limpeza e a coordenação. Como são muitos os casos na cidade, os profissionais são sempre chamados. "Vão para todos os cantos do Município. Temos muitos encaminhamentos do interior".

O Creas realiza um trabalho em equipe. Conta com a ajuda do Conselho Tutelar, da polícia e da promotoria, além de ser um braço da Assistência Social.


Politica

Nossa Gente


"Sou muito feliz. Tenho uma família maravilhosa. Superei momentos de sofrimento com a ajuda de algumas pessoas que me estenderam a mão."


 


 


Em referência ao mês de março, voltado à mulher, o FATOS DO IGUAÇU escolheu uma pinhãoense para contar seus desafios e superações no espaço NOSSA GENTE. Juvina Antunes Dias, de 71 anos, tem uma história de vida fantástica.

Obstáculos não faltaram para esta mulher superar. Viúva por três vezes, quando o primeiro marido morreu, morava na Argentina e ficou com sete filhos, um deles recém-nascido. Para poder voltar para a sua terra teve que deixar as crianças em um orfanato e vir com o bebê no colo à procura de emprego.

NA LAVOURA

Vindos de Palmeira das Missões, no Rio Grande do Sul, seus pais vieram povoar esta terra. Juvina e seus 13 irmãos nasceram na localidade de Potreirinho, na época que Pinhão era distrito, e foram criados na lavoura. "Trabalhava no meio do mato. Rocei, carpi, derrubei de machado, quebrava feijão, milho". Mais tarde a família morou por um tempo na localidade de Butiá e depois mudaram-se para a cidade de Guaraniaçu. "Naquele tempo tudo era difícil, como não tinha asfalto, levamos oito dias para chegar lá". Tempos depois, retornaram para o Pinhão. "Quando voltamos para o Butiá eu já tinha 14 anos. Meu pai comprou um terreno de 30 alqueires nas bica. Nos colhíamos erva nativa".

Juvina conheceu o pai dos seus filhos com 16 anos. O pinhãoense, José Francisco Dias, foi seu primeiro namorado. "Casei vestida de noiva. Vivemos por alguns anos naquela região das bica. O irmão dele morava em Santo Antonio do Sudoeste e nos levou para lá. Quatro meses depois, devido a rixas políticas, dentro da igreja católica ele foi morto com um tiro. E o meu marido atirou no rapaz que tirou a vida do irmão. Ficou um corpo em cima do outro. E foi aí que começou o meu sofrimento", recorda.

NG02Na época o casal tinha três filhos e estava grávida do quarto. Então viviam corridos até a prisão de José por quatro anos. "Ficou preso também devido a sua segurança. A família do rapaz era muito influente e queria vingança, queriam ele morto. Quando cheguei na cidade que estava preso o soltaram para poder morar com a família. E os filhos foram aumentando, em 10 anos de casamento, tivemos sete filhos. Muito sofrimento. Como estávamos na divisa, fomos morar na Argentina. Ele bebia demais e trabalhava com contrabando. Algum tempo depois morreu na farra. E lá eu fiquei sem nada e sem ter para onde ir com as crianças e de dieta da minha última menina, que hoje está com quase 40 anos".

Para poder voltar para a sua terra, teve que deixar as crianças em um orfanato evangélico em uma cidade na divisa com a Argentina. Veio com o bebê no colo à procura de emprego. Quando chegou na casa dos seus pais em Pinhão, foi surpreendida com o reação do pai. Disse que ela podia ficar, mais os filhos não aceitava. "Extravie seus filhos, porque eu não quero criança".


NG01


 


Em
1988, Juvina recebendo o diploma de 15 anos dedicados à empresa Fiat Lux
 



Mas, a viúva, com seus 30 anos, não se abateu. No outro dia cedinho foi até o cartório e registrou todos os seus filhos, nenhum deles tinha certidão de nascimento. Logo depois, em busca de emprego, pegou uma carona até Guarapuava. Felizmente, alguns ‘anjos' se fizeram presentes na vida dessa mulher. "Passou muita gente pela minha vida que me valorizou e me deu oportunidade. Nivaldo Krüger, na época prefeito, e a esposa foram uma bênção. Até móveis para minha casa arrumaram. Quem também me estendeu a mão foi o senhor Jaime, que me ofereceu um emprego".

Então, em 1971, Juvina tem sua carteira assinada como servente. Tinha a função de lixar cabos de vassoura no Beneficiamento Santo André, empresa que era conhecida como Fábrica do Jaime. "Ele não era um patrão, era um pai. Cheguei e contei a minha história e ele me empregou na hora. E por sorte consegui alugar uma casa do ladinho da fábrica. Naquele tempo não tinha perigo como hoje, como eu fazia o turno da noite, das 6 da tarde às 6 da manhã, as crianças ficavam dormindo e à meia noite ia dar de mama para o bebê. A maior tinha apenas 10 anos. Por isso que eu amo e valorizo cada um deles, foram crianças que passaram por muitas dificuldades".

No emprego em Guarapuava permaneceu por aproximadamente dois anos. Em 1973, nas suas férias veio até Reserva do Iguaçu visitar uns parentes e acabou ficando para trabalhar na fazenda de reflorestamento da empresa Fiat Lux. "Na época todos os meus parentes trabalhavam lá. E Francisco Dellê e a dona Linei Brolini me receberam como filha. Eu amo essa gente. Ele era gerente geral, me deu emprego e casa. Lá eu recebia uma cesta de mantimentos todo mês. Comecei na poda de pinus e depois passei para a cozinha. E lá fui a pessoa mais feliz. Criei os meus filhos e permaneci no emprego até me aposentar".

E só depois de 15 anos de viuvez resolveu casar novamente. Foi na fazenda da Fiat Lux que conheceu o seu segundo marido, João Maria de Paula. "Achava que deveria ficar sozinha, uma maneira de protege-los". Mas a escolha por um companheiro rendeu anos de felicidade à família. "Foi um ótimo marido e um ótimo pai para os meus filhos. O amor e a atenção que não tiveram do pai verdadeiro, tiveram dele". Viveram muitos anos juntos, mas, infelizmente, morreu de câncer, e Juvina ficou viúva pela segunda vez. Com o acerto da morte na empresa, ela conseguiu construir a casa que mora atualmente em Pinhão.



NG03 


 


Juvina
com um dos netos no colo, seu marido Francisco e com alguns filhos, filhas e
genros



 


ESCOLHAS

Com o terceiro marido, Francisco Camargo, viveu por oito anos. O casamento acabou devido a um desentendimento, quando uma das netas veio morar com Juvina. "Naquele momento ele não entendeu que eu tinha que cuidar da minha neta que a mãe abandonou. Ele mandou eu escolher, então tive que mandar ele embora da minha casa. Fiquei muito sentida porque eu amava ele". Algum tempo depois Francisco morreu, então ela pode se considerar viúva por três vezes.

Com seus 71 anos, a mãe de sete filhos (Iracema, Jurema, Maria Dalva, Pedro, Antônio, Luiza e Elizabete), tem 17 netos e 17 bisnetos. Uma das suas netas (Eliana Aparecida de Lima) é a esposa do prefeito de Reserva do Iguaçu. "Todos os meus filhos e netos estão com a vida arrumada, graças a Deus pude tirar esse peso das minhas costas, então me considero uma pessoa realizada e muito feliz".

Hoje, a aposentada dedica seus dias aos afazeres domésticos, sua horta, suas plantas, seus compromissos na igreja e às suas encomendas de crochê.

 

 


Durante todo o dia de hoje (20) está sendo realizada nas dependências do Sindicato dos Funcionários Municipais de Pinhão (Sifumpi) a VII Conferencia Municipal da Criança e do Adolescente com o tema Políticas e Plano Decenal dos Direitos da Criança e do Adolescente - fortalecendo os Conselhos de Direito da Criança e do Adolescente.

A palestra principal será feita pela psicóloga Ticiana Paula Begnini, que trabalha no governo do estado desde 2007, nas áreas de políticas públicas voltadas a criança. "Percebemos que os números reais da violência ainda são pequenos. Não temos fontes que nos digam exatamente todo o tamanho destes acontecimentos. Não só as meninas são vitimas da violência, os garotos também, mas eles sentem vergonha e não contam" afirmou.

O prefeito Dirceu de Oliveira mencionou que o momento é para reflexão de tudo que já foi feito, mas que há muito a se conquistar. "Vamos discutir tudo aquilo que norteia os problemas das crianças e adolescentes. E que as políticas públicas possam acontecer beneficiando esta fatia da população Temos que ressaltar que pela primeira vez temos a presença o presidente da Câmara Mirim de Pinhão, Paulo Kaique Rodrigues que também esta representando as crianças do município.".

A secretária de Assistência Social Lucimere Terleski de Oliveira (foto) lembrou que foi um grande desafio a construção do Plano Decenal. "Esperamos que com este plano o futuro de nossas crianças seja bem melhor. Não podemos ser coniventes com um dos crimes mais bárbaros que acontece na sociedade que é a violência sexual contra as crianças".



Conferencia 


 

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começam hoje (25), exclusivamente pela internet, no site do Enem. Os interessados podem se inscrever a partir das 10h, no horário de Brasília, até as 23h59, do dia 5 de junho. As provas serão aplicadas nos dias 24 e 25 de outubro em mais de 1,7 mil municípios em todo o país. O Ministério da Educação (MEC) espera que mais de 9 milhões de pessoas se candidatem aos testes.

O Enem foi criado para avaliar os alunos que estão concluindo o ensino médio ou que já o concluíram em anos anteriores. Não importa a idade nem o ano do término do curso, basta que o interessado faça sua inscrição na página eletrônica do Enem. Estudantes que não terminarão o ensino médio este ano podem participar como treineiros, ou seja, o resultado não poderá ser usado para participar de programas de acesso ao ensino superior.

Neste ano, para fazer a inscrição, o participante deverá ter um e-mail próprio. O sistema não aceitará a inscrição de mais de um participante com o mesmo endereço eletrônico. O exame custará R$ 63, que deverão ser pagos até o dia 10 de junho.

Estudantes que vão concluir o ensino médio este ano em escolas públicas e participantes que declararem carência são isentos da taxa. Podem solicitar a isenção por carência, aqueles que têm uma renda renda familiar por pessoa igual ou inferior a um salário mínimo e meio e que cursaram todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral em escola da rede privada. As informações devem ser comprovadas pelos participantes e receber a aprovação do MEC. O participante deve acompanhar na página de inscrição se o pedido de isenção foi aceito.

É também na inscrição que os participantes podem solicitar atendimento especializado ou específico. O atendimento especializado é oferecido a pessoas com baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, deficiência auditiva, surdez, deficiência intelectual, surdocegueira, dislexia, déficit de atenção, autismo, discalculia (alteração neurológica que dificulta a aprendizagem de números) ou com outra condição especial.

Já o atendimento específico é oferecido a gestantes, lactantes, idosos, estudantes em classe hospitalar e sabatistas - pessoas que, por convicção religiosa, guardam o sábado.

Após fazer a inscrição, participantes transexuais e travestis podem pedir o uso do nome social, também pela internet, entre os dias 15 e 26 de junho.


Fonte: Agência Brasil


 

Pinhão passou a ter mais um ESF (Estratégia Saúde da Família), inaugurado dia 9 de maio em Faxinal dos Ribeiros. Agora Pinhão passa a ter nove postos de saúde, já que a atual gestão implantou cinco. São eles, ESF Santa Maria, ESF Vila Caldas, ESF São Cristóvão, ESF Mazurechem, ESF Pinhalzinho, ESF Faxinal dos Coutos e, este último, ESF Faxinal dos Ribeiros.

A Comunidade de Faxinal dos Ribeiros agora conta com uma equipe completa durante a semana toda. O médico, doutor Emerson, cumpre 40 horas semanais, além de uma enfermeira, um técnico de enfermagem e um auxiliar de serviços gerais. "A comunidade teve um ganho muito grande em termos de saúde, porque tudo o que tem aqui na sede em um ESF também tem lá no interior. O objetivo é promover saúde e prevenir, não deixar que a pessoa fique doente", assegura a consultora de planejamento, a enfermeira Rosangela de Lima.

Para facilitaro acesso da população, no período da manhã o médico faz o atendimento na unidade e, durante a tarde, se desloca para outras localidades (Alecrim, Avencal, Bugio, Faxinal dos Franças, Assentamento Piage, São Lucas e Faxinal dos Taquaras).

Nestas duas semanas de funcionamento foram realizadas uma média de 12 consultas médicas todos os dias. "Varia muito o número, porque no Faxinal dos Taquaras não baixa de 30 consultas. Além dos atendimentos domiciliares, onde são priorizadas as gestantes e crianças até um ano de idade, a população conta com as vacinas e é realizada a busca ativa, encontramos muitos idosos no interior".

O ESF atende a criança, o idoso, a mulher, realiza preventivo, vacina domiciliar, a busca ativa e disponibiliza o medicamento lá na unidade. O secretário interino de Saúde, Adaor Caldas (foto), explica a diferença de um ESF e de um atendimento doméstico normal. "A primeira diferença é que todo dia o médico atende na região, a segunda é que o paciente que tem dificuldade de ir até uma unidade o médico vai até a sua casa e, a terceira diferença, é que a equipe já realiza os exames preventivos como de glicose, por exemplo, e acompanha os hipertensos e os diabéticos".

MÉDICOS

A saúde pinhãoense conta hoje com 22 médicos, um deles chegou há dois meses. Um em cada ESF, um no Caps, um pediatra e dois ginecologistas na Clínica da Mulher. "Oito deles são pelo Programa Mais Médicos", diz Adaor. Além de um auditor que fiscaliza o trabalho no hospital local. A Secretaria de Saúde conta com 220 funcionários e solicitou 30 estagiários para ajudar no trabalho.

ESF FAXINAL DOS SILVÉRIOS

Uma notícia boa e, melhor ainda para a Comunidade de Faxinal dos Silvérios, é que daqui uns dias contará com uma unidade de saúde. "A previsão é inaugurar o ESF Faxinal dos Silvérios dia 30 de maio para começar o atendimento dia 1º de junho. O local está passando por uma reforma", afirma o secretário.

Com mais esta inauguração os números passam a ser satisfatórios. Até pouco tempo a cobertura era muito baixa, mas com a implantação dos ESFs chegará a quase 100%. "Como o secretário resolveu implantar as unidades teremos uma cobertura de quase 100%, além do controle da população inteira", comemora Rosangela de Lima.


 
 


O pinhãoense centenário tem seis filhos vivos, mais de 50 netos, muitos bisnetos e trinetos











Durante muitos anos uma figura um tanto quanto misteriosa caminhava pelos sertões de nosso Estado com o propósito de curar, amenizar sofrimentos, realizar milagres e profetizar fatos, ficando conhecida como monge João Maria. Histórias contadas de pais para filhos relatavam que ele procurava sempre um lugar que tivesse um bom olho d'agua para se acampar e receber aqueles que vinham em busca de uma cura espiritual ou corporal.

A Vila Nova de Pinhão recebeu muitas vezes a visita de João Maria. Em uma delas, há 92 anos, entre muitos que o procuravam estava um menino de oito anos de idade. Ao se deparar com o monge, o pequeno pinhãoense recebeu a seguinte profecia: "Você vai viver tanto que testemunhará o tempo em que as águas, como desta fonte, chegarão dentro das casas sem o esforço de alguém".

E a profecia se concretizou, na última terça-feira, dia 20 de janeiro, o aposentado Sebastião Narciso de Lima completou 100 anos, muito bem vividos, totalmente lúcido. Filho de Urbano Caldas de Lima e de Cristiana Ferreira de Oliveira, ele nasceu na localidade de Faxinal dos Coutos. Hoje reside em sua casa no Bairro São Cristóvão, que fica entre a dos filhos Luiz e Dinarte, dois dos sete que teve com Francisca Silvério do Amaral, com quem contraiu núpcias em 1937.

O centenário conta que foram felizes até 1961, ano que, infelizmente a esposa faleceu. Para poder casar, teve que esperar que ela completasse 22 anos, antes dessa idade os pais não permitiam. "Éramos muito novos e o compromisso era para sempre. Fomos à cavalo para Guarapuava, meu cunhado Fabrício Amaral e o meu padrinho de batismo, Eugênio Caldas, foram nossas testemunhas. Voltamos do casamento, pernoitamos em Faxinal dos Coutos e, no dia seguinte, seguimos para o Iguaçu colher a roça. Não teve festa. Moramos dois anos naquele lugar".

Alguns anos após o casamento eles resolveram mudar para Guaraniaçu. Seu Sebastião recebeu uma proposta de trabalho muito boa e naquela cidade morou por 20 anos. Depois que ficou viúvo resolveu voltar, os filhos eram pequenos e aqui os familiares o ajudariam a criá-los. Deixou uma filha, muitos amigos e boas lembranças de uma cidade que o acolheu muito bem.

Católico fervoroso, ele acredita que a pessoa deve se manter em uma religião. "Não sou contra as religiões, sou contra aqueles que pulam de igreja em igreja e não se firmam em nenhuma", acentua.


Sebastiao 01


Cuidar de sua horta, tomar um bom chimarrão, ler, são alguns de seus passatempos 


 


Cuidar de sua horta, tomar um bom chimarrão, ler, são alguns de seus passatempos. Com toda a sua experiência, afirma que a vida antigamente era bem melhor. Sobre o que acha de bom na vida, o aposentado é franco - a aposentadoria e a cesta básica. "Antes não existia. Essa ajuda que vem do governo eu acho boa".

TIGRE FEROZ

Entre suas recordações, seo Sebastião contou que quase serviu de almoço para um tigre. A família tinha um terreno em Faxinal dos Coutos e outro numa localidade denominada por eles de Iguaçu, cerca de 10 quilômetros de distância. Ele sempre ouvia histórias que nestas áreas, justamente no caminho que eles faziam de uma propriedade para outra, tinha tigres. Alguns mais mansos, que se escondiam quando uma pessoa passava, e outros mais ferozes. "O tigre atacou duas pessoas, Candido e Domingos Paulista. Passado o tempo, em uma noite alguns caçadores estavam à procura de tatu e os cachorros começaram a acoar. Manuel Juliano e Antonio Castelhano foram ver e foram atacados e mortos. Uma vez, eu e uma irmã fomos levar uns porcos à pé para o Iguaçu. Nosso pai foi atrás com as bruacas de alimentos e percebeu que havia marcas das pegadas do tigre a par das nossas, ele estava nos perseguindo".

BAIRRO DOIS IRMÃOS

Temendo o ataque do tigre, sua mãe resolveu que era hora de mudarem. Vieram morar onde hoje é o Bairro Dois Irmãos. Uma curiosidade - Sebastião é culpado pela denominação do bairro. Um agrimensor que foi medir para venda o terreno que pertencia a ele e seu irmão Vital. "Cada um tinha dois alqueires, nos documentos foi registrado o local como Dois Irmãos e assim permanece até hoje".

PRIMEIRA ROÇA

Aos 16 anos, ele se associou a outro jovem, Alcindo Paulista, de 15 anos. Resolveram fazer a sua primeira roça nas suas terras lá em Iguaçu. Ambos tinham bons cavalos, que eram tratados com milho, e para eles, era injusto usar o milho que seu pai plantava para a criação da propriedade. Achava que poderia faltar para as outras criações e para o sustento da família. "Compramos machado, foice, panelas e pratos. Quando cheguei em casa, meu pai perguntou para que aquelas coisas e respondi que iríamos fazer uma roça. Ele mandou preparar uma porca para levar junto com os demais alimentos, fizemos uma bruaca bem fechada para proteger, nossa preocupação era cuidar da bóia", brinca.

Mas, no final, a roça foi bem e eles tiveram uma boa colheita. Muito trabalho, primeiro, fizeram o desmate para poder plantar. Nunca desanimaram. "Quando somos jovens temos disposição. Hoje a disposição é diferente. Nossa natureza é muito interessante".

VILA NOVA DE PINHÃO

Quando Pinhão foi elevado a município, dias depois Sebastião completou 50 anos. Recorda de toda a comemoração. Foi uma festa aquele momento. Tinha muita gente de fora. Ele chegou por acaso e soube da novidade. Viu uma movimentação onde hoje é a Praça Darci Brolini. "Pinhão, bem no começo, tinha apenas as casas dos senhores Francisco Dellê, Norberto Serápio e Felisbino Bueno. Eram três moradores na vila. Agradeço a Deus por ter me dado uma longa vida e poder ver como a minha cidade se desenvolveu".

Sebastião fez muitas viagens a Guarapuava por pedido da família ou para atender a necessidade de amigos e parentes. Conta que tinha um cavalo muito bom, que aguentava o trajeto: "era solicitado, não me importava com o horário, sempre gostei de ajudar os outros".

Antes tudo era muito difícil. Para levar um recado, comprar um remédio, só homeopático, tinha que fazer uma mala e seguir a cavalo. Demorava dois dias entre ida e volta. "Tenho saudades daquele tempo, da calma, das amizades, nos divertimentos nos bailes na região, o pessoal fazia um bom churrasco e o baile era na casa, comida o dia todo. Bebida alcoólica não tinha, mas se alguém ficava mal, era acomodado em um lugar, cuidando para que não tivesse briga nas festas. Hoje em dia querem mais é que as pessoas se desentendam, surram e matam. Apesar das dificuldades, as pessoas tinham de tudo em casa, não faltava quase nada".

Sebastião destaca que a solidariedade sempre foi muito praticada pela família. Conta que aprendeu muito com a Bíblia quando frequentava a escola. Era comum ler um trecho aos alunos até que todos chegassem. Os professores explicavam as passagens. "Meus primeiros professores foram Joaquim Taques e Guilherme Doin".

SUSTO

Com a guerra, muitas pessoas vieram para a região, principalmente os alemães. Quando chegavam na capital compravam as ferramentas necessárias e seguiam para o interior. As notícias das guerras eram disseminadas pelos professores aos pais dos alunos, como a do Contestado.

Logo depois vieram os Revoltosos, que era um grupo de pessoas que assaltavam propriedades, levavam alimentos, animais e amedrontavam a população. Sebastião lembra que eles chegavam à pé pelo Faxinal dos Coutos. "A família se mudou para outra propriedade por certo tempo até que a situação terminasse. Certa vez, eu e minha mãe estávamos indo para a casa de minha avó quando avistamos um grupo perseguindo um agricultor que não queria entregar seus animais. Eles davam tiros para cima por pura maldade. Minha mãe pediu para que eu me deitasse no mato até que eles fossem embora".

PROMESSAS

O centenário relata que o local onde mora era uma grande área de pinheiros. Ali os porcos sempre estavam à procura de pinhões para se alimentar. "Certa vez, um conhecido, o Luiz Fontoura, comentou que iria se candidatar a prefeito e prometeu que abriria uma rua aqui. Os demais conhecidos começaram a fazer comentários engraçados, dizendo que a rua seria para os porcos passarem. Ela foi aberta e hoje nos leva para Faxinal do Céu, mas meu amigo não se candidatou".

POLÍTICA

Sebastião nunca se envolveu com política, mas acredita que a pessoa eleita para o cargo, seja de prefeito, governador, ou qualquer outro, deve ser respeitado. "O dever do cidadão é contribuir para que o município ou país se desenvolva. A força da política está no conjunto e não no indivíduo sozinho", afirma, sabiamente.

SOU FELIZ

O pinhãoense, que possui três dígitos em sua idade, confessa ser uma pessoa feliz. Agradece pela sua vida longa e sabe que onde for encontrará amigos. "O respeito e a consideração são tudo. Reunir a família toda é difícil, porque além dos seis filhos vivos, tenho mais de 50 netos, muitos bisnetos e trinetos. Mesmo longe, eles sempre procuram saber como estou. Viverei quanto o Criador quiser. Fui e sou muito feliz pela vida que me proporcionou. Se preciso, faria tudo de novo", finaliza.




Por Gisele de Pádua - Fotos: Gisele de Pádua/Fatos do Iguaçu


 


Com alguns amigos 


Sebastiao 02 


 


Sebastião 03 

 


Agentes Comunitárias de Saúde e as Agentes de Endemias traçam ações no combate


 


No último dia12 de maio, na Sala de Reunião Vereador Orlando Diogo, na Câmara Municipal de Vereadores, num encontro entre as Agentes Comunitárias de Saúde e as Agentes de Endemias foram traçadas algumas ações no combate da dengue, uma vez que já foram encontradas larvas do mosquito em dois pontos distintos de Pinhão.

Segundo a enfermeira Vanessa Nerone, responsável pelo Programa de Agentes Comunitárias de Saúde (Pacs), a reunião serviu para uma troca de informações sobre o assunto que muito preocupa a Secretaria Municipal de Saúde devido à gravidade da doença. "Foi realizada esta reunião entre estes dois grupos de trabalho para tratar da prevenção. As ACSs receberam uma capacitação em novembro sobre dengue, e agora, como foram encontradas larvas, resolvemos chamá-las. Assim, junto com as demais agentes de Endemias, explicaram a todos onde foi encontrado, como foi este trabalho. As ACSs poderão também informar a população sobre os riscos da doença. Foi um momento de troca de informações e agora trabalharão em conjunto, pois as ACSs estão mais presentes nos domicílios dos pinhãoenses".

Como já está previsto, a Secretaria de Saúde será inteiramente mobilizada no combate e na prevenção da doença, principalmente no dia que ocorrer o mutirão. "Esta conscientização só vai melhorar com informação, pois algumas pessoas ainda não acreditam que a dengue é um problema sério e que devem se cuidar e também cuidar das suas casas".

Cerca de 70 pessoas participaram da reunião, que contou com a presença do presidente do Conselho Municipal de Saúde, Adimarins Fabrício.

TRANSMISSÃO

A dengue é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti ou Aedes albopictus (ambos da família dos pernilongos) infectados com o vírus transmissor da doença.

A transmissão nos mosquitos ocorre quando ele suga o sangue de uma pessoa já infectada com o vírus da dengue. Após um período de incubação, que inicia logo depois do contato do pernilongo com o vírus e dura entre 8 e 12 dias, o mosquito está apto a transmitir a doença.

Nos seres humanos, o vírus permanece em incubação durante um período que pode durar de 3 a 15 dias. Só após esta etapa é que os sintomas da dengue podem ser percebidos.

É importante destacar que não há transmissão através do contato direto de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia. O vírus também não é transmitido através da água ou alimento.

É bom lembrar que quem estiver com dengue deve se prevenir de picadas do mosquito Aedes aegypti para evitar a transmissão da doença para o mosquito. Assim, é possível cortar mais uma cadeia de transmissão do vírus. Portanto, quem estiver com dengue deve usar repelentes, mosquiteiros e/ou outras formas de evitar a picada do mosquito da dengue.

PREVENÇÃO

A ação mais simples para prevenção da dengue é evitar o nascimento do mosquito, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação. Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução.

A regra básica é não deixar a água, principalmente limpa, parada em qualquer tipo de recipiente.

Como a proliferação do mosquito da dengue é rápida, além das iniciativas governamentais, é importantíssimo que a população também colabore para interromper o ciclo de transmissão e contaminação. Para se ter uma ideia, em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.

Então, a dica é manter recipientes como caixas d'água, barris, tambores tanques e cisternas, devidamente fechados. E não deixar água parada em locais como vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores, além de outros locais em que a água da chuva é coletada ou armazenada.

É bom lembrar que o ovo do mosquito da dengue pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado o ovo estiver seco. Caso a área receba água novamente, o ovo ficará ativo e pode atingir a fase adulta em um espaço de tempo entre 2 e 3 dias. Por isso é importante eliminar água e lavar os recipientes com água e sabão.

 

 


Os presentes fizeram sugestões e contribuíram para a finalização do documento. Agora ele segue para o Executivo e votação dos vereadores para se transformar em lei



Coordenada pela Comissão Municipal de Elaboração do Plano Municipal de Educação e a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, foi realizada no Plenário Mario Evaldo Morski da Câmara Municipal no último dia 12, a Audiência Pública que apresentou o Plano Municipal de Educação (PME).

O professor Murilo Jocoski Siqueira, mestre de cerimônia, fez um breve retrospecto do trabalho que já vem sendo discutido desde 2014 após a formação da comissão, que é composta por 30 pessoas que representam a sociedade civil e o governo municipal e conta com profissionais ligados à educação em todas as suas estâncias e modalidades. A professora e mestra Jokasta Pires Vieira Ferraz, da Universidade Federal do Paraná, explanou sobre o Financiamento da Educação e a Construção do PME.

AVALIAÇÃO

A secretária de Educação e Cultura, Noriam Coelho Basílio (foto), fez uma avaliação de todo o processo. "Este evento tinha como objetivo apresentar o PME para a sociedade, o documento pronto para que a comunidade escolar, civil, autoridades e convidados tomem ciência e conheçam o documento finalizado. Também foi o momento e a oportunidade dos presentes fazerem sugestões e contribuir para a finalização do documento".

O processo de elaboração do PME obedeceu a um cronograma construído pela Comissão, que incluiu vários momentos de encontros e debates para a comunidade escolar e civil, oportunizando amplos debates democráticos sobre a educação pinhãoense. "A Audiência Pública é a culminância desse trabalho e transcorreu de forma muito tranquila e participativa. Ficamos contentes com os resultados que caracteriza este fecho. A lei deve estar publicada até dia 24 de junho", comemorou Noriam.



 



PME 129


Prefeito Dirceui José de Oliveira:  fala para os participantes da audiência 

Após este evento, a comissão vai encaminhar o Plano para o executivo realizar a apreciação jurídica e transformar em projeto de lei, que será encaminhado ao Legislativo, que deverá analisá-lo e votá-lo para se transformar em lei.

Participaram da Audiência, além de representações da comunidade educacional, o prefeito Dirceu de Oliveira, todos os secretários municipais, representantes da Unicentro, Núcleo Regional de Educação, do Conselho Tutelar, o soldado Antonio Carlos de Oliveira, do 16º Batalhão da PM, os vereadores Francisco Carlos Caldas (PMDB), Osvaldo Lupepsa (PSD), presidente do legislativo, o pastor da Igreja Presbiteriana, Sandro Carvalho Rodrigues, e o procurador municipal, André Sberze.


 



PME088



 



 


 


Com o objetivo de sempre fazer o melhor, aproveitou a data festiva para ouvir alguns dos assinantes


 



 FATOS DO IGUAÇU está em festa. No dia 16 de maio completou 18 anos, atuando nos municípios de Pinhão e Reserva do Iguaçu, registrando acontecimentos nas áreas de educação, saúde, política, social, esporte, segurança, economia, enfim, noticiando e divulgando a história desse povo.


Com todo o fôlego, vigor e sonhos, que é peculiar à juventude, o FATOS DO IGUAÇU, se prepara para continuar fazendo parte da vida dos pinhãoenses e reservenses, tendo como objetivo cada vez mais estar próximo do leitor. 


E, com o foco de sempre fazer o melhor, aproveitou a data festiva para ouvir alguns dos assinantes. Alguns deles há seis, 10, 14 e 17 anos esperam ansiosos pelo semanário para ficarem por dentro das últimas notícias.


Após conversa com alguns leitores, ficamos sabendo que, de modo geral, acham que o formato e a apresentação gráfica do jornal estão ótimos. A maioria disse que a coluna ‘Fatos Políticos' é, sem dúvida, o espaço mais procurado e o primeiro a ser lido. Porém, outras editorias, como o almanaque, também marcam a vida das pessoas. 


Margarida 


Margarida Mendes Dellê 


A satisfação foi grande ao constatar que um ponto comum dos assinantes é a leitura na íntegra de cada edição. Aliás, esta edição de aniversário de 18 anos é a de número 700. Número redondo, que nos enche de orgulho.


Mais do que permanecer circulando, é importante estar em pleno aperfeiçoamento. Com esse propósito, ouviu sugestões e gostou muito delas.


A assinante há 10 anos, Marli de Fátima Farias, afirma que lê toda a edição e pediu uma mudança. "Leio todo o jornal. Gostaria que a coluna Fatos Políticos tivesse um espaço bem maior", declarou a professora. A mesma opinião também é do mestre de obras, Evaldo Pereira.


Everaldo 


Everaldo Pereira 


O professor de matemática, Alberto Piasescki Junior (foto), disse que quer um espaço mais voltado ao direito do cidadão. "De utilidade pública, por exemplo, quando uma pessoa sofre uma queda ou tem um prejuízo devido à má conservação das calçadas, seria bom saber de quem é a responsabilidade".


A auxiliar de farmácia, Margarida Mendes Dellê, diz gostar da coluna Culinária. "Já encontrei receitas fáceis e deliciosas. Sugiro que o jornal abra espaço para as leitoras compartilharem suas receitas e dicas. As páginas de variedade e social são excelentes". 


A leitora Nanami Nishimura assegura que o jornal FATOS DO IGUAÇU deve continuar como está. "Está excelente. De uma forma geral é tudo de bom", declarou.


Maria 


Maria Honória Morais Santos 


A agricultora Maria Honória Morais Santos, que mora na localidade de Pimpão, toda segunda-feira segue até a redação do jornal para pegar um exemplar. "Durante muito tempo comprava o jornal na banca, mas, às vezes, não encontrava e ficava sem, por isso resolvi me tornar uma assinante". 




 



 



 

 

Na sessão de segunda-feira, 12 de maio, do legislativo pinhãoense, Aroldo Antunes Domingues (PPS) foi o único vereador a fazer uso da tribuna. E a maior parte do tempo para atacar o jornal FATOS DO IGUAÇU. O ilustre legislador não gostou da cobertura realizada pelo meio de comunicação e também não se conforma com o resultado do processo que o Ministério Publicou moveu contra a Câmara Municipal sobre o decreto nº 001/2011, que fixava o número de vereadores em 13. Não entendemos o porquê do vereador estar tão nervoso, perdendo até a compostura em seu pronunciamento na tribuna, já que ainda não se sabe quais são os quatro vereadores que perderão o cargo.


Quem cobra, dá o exemplo

O vereador sugeriu que, em vez do jornal ter gasto combustível indo a Curitiba acompanhar as votações, poderia doar esse dinheiro a uma pessoa carente. Aproveitamos a oportunidade também para sugerir ao vereador, porque quem cobra dá exemplo, que os R$ 23.700,00 gastos com diárias de 2013 até abril de 2015 sejam devolvidos aos cofres do município para serem investidos na saúde da população, com certeza, um dinheiro muito melhor aproveitado.



Atualizando as informações

Informamos ao vereador a situação que está o processo. No dia 8 de maio foi encaminhado para o relator desembargador Dartagnan Serpa Sa para lavratura do Acórdão. Ah, e não dá para segurar a publicação de um acórdão.



Foto: Charge da edição nº 699 de 15 de maio de 2015 


 


Elevação no nível nas competições, resultando em muitas medalhas e revelação de enxadristas. Hoje, Pinhão conta com 110 atletas, divididos nas categorias de base, juventude e adulto



O treinador de Xadrez, André Ferreira
de Almeida, fez um balanço da modalidade em 2014, que, aliás, foi um ano
recheado de medalhas e revelou grandes enxadristas.



Sua volta à Secretaria de Esportes de
Pinhão no início do ano de 2014 coincidiu com a posse de Adaor Caldas na pasta,
com o apoio do novo secretário obteve condições para que o xadrez na cidade iniciasse
uma nova caminhada. “Houve um reforma geral, crescemos muito. Ganhamos novos
materiais que permitem intensificar os treinos. Foram adquiridas mesas e
cadeiras para melhor conforto dos atletas, assim pudemos elevar o nosso nível
nas competições. O ganho também foi no material humano”.  



MEDALHAS



A modalidade representou Pinhão nos
Jogos Abertos da Cantuquiriguaçu (Jarcan’s) nos Jogos da Juventude, nos Jogos
Escolares e em mais seis competições pelo Paraná. “Com o apoio nos eventos que participamos,
foi possível ter sucesso. Trouxemos medalhas de todos. Sempre estávamos entre
os três primeiros lugares, independente da categoria, tanto em individuais como
coletivas”.



DIFICULDADE



O xadrez é um esporte que exige muito
do atleta. O raciocínio é tudo. Um jogo de estratégias que faz com que os
competidores armem jogadas e o adversário “quebre a cabeça” para vencê-lo. Uma
partida de xadrez pode levar horas e dias para ser definida.



ESCOLINHAS



Entre os projetos colocados em prática
pelo professor André, está a Escolinha de Xadrez, onde as crianças em idade
escolar devem preencher dois únicos requisitos: estar estudando e obter boas
notas. “Organizamos os horários para os treinos, e incluímos uma nova faixa de
competidores, agora crianças com seis anos podem começar a frequentar. Hoje
somos em 110 atletas nas categorias de base, juventude e adulto. Tenho alguns
que começaram comigo em 2005 e ainda jogam pelo município, como aconteceu nos
Jarcan’s. O incentivo dos pais também é fundamental para estes resultados”.



Xadrez01 



O treinador André Ferreira de Almeida  e a atleta Eduarda Iwasenko



DESTAQUES



A jovem Eduarda Iwasenko foi um dos grandes
destaques de Pinhão, nas competições que disputou subiu ao pódio, o que foi uma
rotina para ela em 2014, no total foram nove medalhas nos Jogos Escolares e
três nos Jogos da Juventude e nos Jarcan’s.



O dom foi relevado quando a atleta frequentava
as aulas de informática, na Secretaria de Esportes, e a sala de treinamento de
Xadrez ficava ao lado. Ela começou a observar os jogadores. “Estava sempre olhando
os atletas treinando, me interessei e segui
em frente. Comecei a
jogar em 2009 e não parei mais, me apaixonei pelo esporte. Quero melhorar cada
vez mais e ser profissional. Não tive muitas dificuldades nos jogos que competi
no ano que passou, mas em 2015 sei que tenho que treinar mais, pois o nível dos
adversários será mais alto, vou ter que me dedicar muito. O Xadrez me ajudou
muito até nos estudos, pois prende a atenção e a concentração. Meus pais me incentivam
muito, torcem por mim e comemoram cada medalha que conquisto”.
 



 



 
 

Boletim Informativo

Para receber notícias e novidades digite seu e-mail.

 
 

Nome:

 
 

Email:

 

PUBLICIDADE

 
 


PUBLICIDADE



 
 

 

 
 
   
  Inicial
  Edições
  TV Fatos
  Política
  Fatos em Fotos
  Assine o Jornal
  Esporte
  Cidade
  Coluna Social
  Segurança
  Educação
  Agronegócio
  Geral
  Artigos
  Fatos Políticos
  Nossa Gente
  Nosso Interior
  Almanaque
  Enquête
  Histórico dos municípios:
  Pinhão
  Reserva do Iguaçu
  Assine o Jornal
  Anuncie
  Quem Somos
  Siga Fatos no Twitter
  Entre em Contato
 
 Google+
   
   
    © Copyright 2010 Jornal Fatos. Política de Privacidade
   
    Criação de Sites Guarapuava